Capítulo 10: GERENCIANDO CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM
TIPOS DE CONHECIMENTO
Conhecimento Explícito
É formalizado, conhecimento acessível que pode ser conscientemente pensado, comunicado e compartilhado.
Um exemplo disso são as cartilhas das empresas que contém um manual sobre como os funcionários devem se comportar.
Conhecimento Tácito (Implícito)
Crenças pessoais, valores e perspectivas individuais. Tanto seu acesso como sua comunicação são difíceis. Conhecimento tácito é um mapa cognitivo pessoal que lhe ajuda a navegar (conscientemente ou não) através de rotinas, práticas e processos. Organizacionalmente possibilita o preenchimento de lacunas entre o que está estipulado formalmente e o que realmente é feito.
Diferenças entre conhecimento Explícito e conhecimento Tácito
A diferença pode ser notada facilmente através de programas de inteligência artificial. Para jogar xadrez, as informações necessárias são de conhecimento altamente explícito, suficiente para programar em um computador (movimentos das peças, estratégias e riscos), sendo que o computador é capaz de calcular mais rápido qual seria a melhor jogada dada a situação. “ O computador é estupidamente ápido enquanto o homem é inteligentemente devagar” . Por outro lado não é possível programar o computador para uma conversa casual. As regras do que falar, quando rir ou quando ser irônico são comportamentos imersos na sociedade e praticamente impossível de torna-las em conhecimento explícito. Ao perguntar um amigo porque ele se comportou de certa maneira em uma conversação, e seu amigo responder: “Bem, simplesmente porque é assim que se faz.”, você sabe que ele está se referindo ao conhecimento tácito.
Interligações entre os tipos de conhecimento
Socialização (o movimento de tácito para tácito)
Pessoas aprendem códigos e regras de comportamento implicitamente de outros indivíduos sem ao menos pensar sobre o seu significado. Adolescentes frequentemente começam a fumar porque tacitamente ele aprendem que pessoas que fumam são consideradas “descoladas” e que fumar é uma forma eficiente de gerar interesse naqueles que o fumante tem interesse, oferecendo um isqueiro. Em países onde fumar é proíbido, como a Austrália, fumantes formaram uma grande rede de conhecimento tácito, porque rotineiramente encontram pessoas de outras partes dessa organização (fumantes), compartilhando assim conhecimento explícito, o qual, quando juntos, falam mais do que partes que eles conhecem previamente, em consequência de compartilharem cigarros de um jeito que não fumantes não fazem. Devido a baixa visibilidade dessa forma de conhecimento, as organizações dificilmente o gerem, porém ele afeta a cultura devastamente.
Combinação (o movimento do explícito para o explícito) Indivíduos combinam idéias que já sabem a respeito. Você me diz as novidades em microbiologia e eu te digo o que está acontecendo em microfísica. O mesmo acontece entre organizações, em que um organização se alia com outra resultando na combinação do conhecimento de ambas. Tal combinação pode ser decisiva; quando a Sony colaborou com a Apple, as duas organizações conseguiram produzir microcomputadores muito mais elegantes e sofisticados do que a Apple conseguiria por conta própria. Similarmente, a Sony aprendeu um grande negócio com a Apple, resultando na produção própria de computadores portáteis, como o VAIO. Internalização (o movimento do explícito para o tácito) Coisas que você aprendeu uma vez tornaram-se padronizadas em seu repertório (conhecimento); você começa adimitindo, e você esquece o que você aprendeu em primeiro lugar. Se você começar a trabalhar em um novo emprego em um país diferente, você provavelmente irá se questinar porque as coisas são feitas do jeito que são, mas depois de um instante você aceita-as como um fato social da sociedade. Por exemplo, divergências culturais, como valores, rituais, crenças, tradições etc, levam o indivíduo estranho ao contexto, a expandir o seu conhecimento e sua perspectiva de como o mundo é. De fato, tal conhecimento pode ser origem de vantagem inovativa: pense como grandes restaurantes podem introduzir receitas e ingredientes que os seus chefs tiveram experiência enquando viajam por outros países absorvendo culturas e expandindo o seu repertório, ao invés de permanecer estagnados em rotinas familiares.
Articulação (o movimento do tácito para o explícito) Através da articulação e do compartilhamento dentro das organizações, o conhecimento novo torna-se acessível e parte dos processos oficiais. Um exemplo óbvio de apredizado é o programa de treinamento formal para novos membros da organização, por exemplo, como fazer um prato ou elaborar o design de uma nova característica de um produto.
APRENDIZADO
Double and Single Loop learning
Vídeo interessante que explica claramente os "Loop's" de aprendizagem. Note a introdução de um terceiro Loop que consiste na reflexão do que nós acreditamos, pensamos, nossos valores e como estes se relacionam com o que fazemos agora. O "Triple Loop learning" nos ajuda a entender muito mais a fundo o resultado (outcome) de nossas crenças e percepções mais primordiais.
Formas de absorção de conhecimento
Comunidades de prática
Geralmente elas tem início com um grupo de funcionários que possuem interesse comum em compartilhar idéias, propor soluções, discutir as melhores práticas, possuindo os mesmos objetivos e desejam, voluntariamente, através desta troca constante de informações, solidificarem este conhecimento, disponibilizando a todos. Possuem iniciativas próprias, se auto-organizam e normalmente acabam se formalizando, possuindo uma identidade e às vezes linguagem própria. São também conhecidos por COP, abreviatura de "Community of Practice". Se comunicam geralmente por correio eletrônico, mas às vezes também através de informativos, publicações ou reuniões. A própria Internet serve de apoio a estas comunidades, pois fornece vários elementos que auxiliam estas trocas como listas de discussão, troca de e-mails, fóruns, etc. O exemplo mais conhecido de comunidades de prática é a WIKIPEDIA.Finalmente através da criação e do sucesso das comunidades de prática é que o conhecimento organizacional se desenvolve, flui através das diversas unidades organizacionais. Desta forma as organizações promovem o aprendizado coletivo, a inovação organizacional e a integração entre suas unidades. home ; Wikipedia
Há três características básicas que definem um grupo como uma comunidade de prática:
O domínio - o membro precisa ter uma identidade definida pelo interesse compartilhado. Ser membro significa um compromisso com o grupo e competências que diferem seus membros de outras pessoas.
A comunidade- precisa proporcionar interação. Para Wenger, o aprender é um ato social. As pessoas na comunidade de prática são atores que buscam, juntas, formas de superar um problema.
A prática - os membros de uma comunidade de prática desenvolvem um repertório de experiências, histórias e ferramentas, as quais os qualificam para enfrentar certas situações que se tornem recorrentes.
A intermediação do conhecimento entre as fronteiras que delimitam as práticas pode ser:
Por participação: Algumas pessoas podem pertencer a várias comunidades. Consequëntemente, estão em posição de intermediar o conhecimento entre as diferentes comunidades a que pertencem.
Por tradução: Tradutores organizacionais são aqueles que podem estruturar os interesses de uma comunidade em termos da visão de mundo moldada pela prática de outras comunidades.
Por objetos de fronteira: Os objetos de fronteria estão nas fronteiras de mais de uma comunidade. Eles são de interesse para a comunidade e podem ser objetos físicos, tecnologias, processos, técnicas.
Apredizado 1.0 X Aprendizado 2.0
Tal como o conceito de comunicação 1.0 e 2.0, pode-se usar a mesma metáfora para entender a aprendizagem. Pode-se observar e fala-se muito na mídia atualmente sobre novas formas de ensino e aprendizagem, que valorizam a troca de informações, conhecimentos e experiênias ou invés de uma comunicação de mão única no ensino na qual apenas o professor fornece conhecimento que é transferido para os alunos que, por sua vez, o aceitam pacificamente e sem contestar.
Esse modelo que foi consagrado e costumava ser cegamente seguido nas instituições de ensino é entendido como o modelo 1.0. Já as novas formas de aprendizado, nas quais há interação e trocas, correspondem à aprendizagem 2.0.
Mesmo com as inovações tecnológicas que proporcionaram maior interação e novas formas de aprendizagem, como ensino a distancia, não há garantia de que haja aprendizado 2.0. Para isso, é necessário que os alunos interajam entre si e com o professor. Nesse caso, todos são fontes de conhecimento e ensino, todos podem proporcionar novas informações, idéias e conceitos bem como absorvê-los e contestá-los. O pensamento de Jeff Thomas Cobb corrobora e explicita tal idéia: "Everyone is a learner, but everyone also has the potential to be a teacher."
A Microsoft lançou uma campanha, em Março deste ano, sobre sua visão para o mundo daqui a 10 anos que, além de sustentável, contaria com o aprendizado 2.0: crianças de diferentes nacionalidades, culturas; alunos e professores, todos interagindo.
Aprendizado e formas de gestão
Fazendo uma relação com as formas de gestão, o modelo de aprendizado 1.0 pode ser comparado aos modelos clássicos de gestão, com organizações mecânicas, rígidas, estáticas e hierarquirizadas. Em contrapartida, o aprendizado 2.0 pode-se equiparar às novas formas de gestão, com companhias orgânicas, organizadas em rede, como fluxo de comunicação de e para todas as direções.
Tendo isso em vista, não apenas formas de gestão ou aprendizado estão caminhando nesse sentido, mas diversas esferas da vida e da cultura humana. Um exemplo muito rico de aprendizado 2.0 são os museus interativos que cada vez mais surgem no mercado, com a idéia de que cultura e arte não são transmitidas unilateralmente mas sim trocadas e multifacetadas. Um deles do qual comenta-se bastante atualmente é o **Britisch Music Experience** em Londres.
.
Outro museu que usa bastante a interatividade como ferramenta é o Museu da Língua Portuguesa, que fica na Estação da Luz, no Centro da Cidade de São Paulo. Além de estar numa construção linda e histórica, o Museu da Língua Portuguesa é um ótimo passeio para os interessados em História, Literatura e Línguas - não apenas o Português, mas o Museu conta com uma exposição permanente, praticamente toda interativa que explica a história das mais diversas Línguas.
Referências Bibliográficas
CLEGG, S., KORNBERGER, M., PITSIS T. "Managing and Organizations - An Introduction to Theory and Practice", Part III Managing change, Chapter 10 "Managing Knowledge and Learning"
Capítulo 10: GERENCIANDO CONHECIMENTO E APRENDIZAGEM
TIPOS DE CONHECIMENTO
Conhecimento Explícito
É formalizado, conhecimento acessível que pode ser conscientemente pensado, comunicado e compartilhado.Um exemplo disso são as cartilhas das empresas que contém um manual sobre como os funcionários devem se comportar.
Conhecimento Tácito (Implícito)
Crenças pessoais, valores e perspectivas individuais. Tanto seu acesso como sua comunicação são difíceis. Conhecimento tácito é um mapa cognitivo pessoal que lhe ajuda a navegar (conscientemente ou não) através de rotinas, práticas e processos. Organizacionalmente possibilita o preenchimento de lacunas entre o que está estipulado formalmente e o que realmente é feito.Diferenças entre conhecimento Explícito e conhecimento Tácito
A diferença pode ser notada facilmente através de programas de inteligência artificial. Para jogar xadrez, as informações necessárias são de conhecimento altamente explícito, suficiente para programar em um computador (movimentos das peças, estratégias e riscos), sendo que o computador é capaz de calcular mais rápido qual seria a melhor jogada dada a situação. “ O computador é estupidamente ápido enquanto o homem é inteligentemente devagar” . Por outro lado não é possível programar o computador para uma conversa casual. As regras do que falar, quando rir ou quando ser irônico são comportamentos imersos na sociedade e praticamente impossível de torna-las em conhecimento explícito.Ao perguntar um amigo porque ele se comportou de certa maneira em uma conversação, e seu amigo responder: “Bem, simplesmente porque é assim que se faz.”, você sabe que ele está se referindo ao conhecimento tácito.
Interligações entre os tipos de conhecimento
Socialização (o movimento de tácito para tácito)
Pessoas aprendem códigos e regras de comportamento implicitamente de outros indivíduos sem ao menos pensar sobre o seu significado. Adolescentes frequentemente começam a fumar porque tacitamente ele aprendem que pessoas que fumam são consideradas “descoladas” e que fumar é uma forma eficiente de gerar interesse naqueles que o fumante tem interesse, oferecendo um isqueiro. Em países onde fumar é proíbido, como a Austrália, fumantes formaram uma grande rede de conhecimento tácito, porque rotineiramente encontram pessoas de outras partes dessa organização (fumantes), compartilhando assim conhecimento explícito, o qual, quando juntos, falam mais do que partes que eles conhecem previamente, em consequência de compartilharem cigarros de um jeito que não fumantes não fazem. Devido a baixa visibilidade dessa forma de conhecimento, as organizações dificilmente o gerem, porém ele afeta a cultura devastamente.
Combinação (o movimento do explícito para o explícito)
Indivíduos combinam idéias que já sabem a respeito. Você me diz as novidades em microbiologia e eu te digo o que está acontecendo em microfísica. O mesmo acontece entre organizações, em que um organização se alia com outra resultando na combinação do conhecimento de ambas. Tal combinação pode ser decisiva; quando a Sony colaborou com a Apple, as duas organizações conseguiram produzir microcomputadores muito mais elegantes e sofisticados do que a Apple conseguiria por conta própria. Similarmente, a Sony aprendeu um grande negócio com a Apple, resultando na produção própria de computadores portáteis, como o VAIO.
Internalização (o movimento do explícito para o tácito)
Coisas que você aprendeu uma vez tornaram-se padronizadas em seu repertório (conhecimento); você começa adimitindo, e você esquece o que você aprendeu em primeiro lugar. Se você começar a trabalhar em um novo emprego em um país diferente, você provavelmente irá se questinar porque as coisas são feitas do jeito que são, mas depois de um instante você aceita-as como um fato social da sociedade. Por exemplo, divergências culturais, como valores, rituais, crenças, tradições etc, levam o indivíduo estranho ao contexto, a expandir o seu conhecimento e sua perspectiva de como o mundo é. De fato, tal conhecimento pode ser origem de vantagem inovativa: pense como grandes restaurantes podem introduzir receitas e ingredientes que os seus chefs tiveram experiência enquando viajam por outros países absorvendo culturas e expandindo o seu repertório, ao invés de permanecer estagnados em rotinas familiares.
Articulação (o movimento do tácito para o explícito)
Através da articulação e do compartilhamento dentro das organizações, o conhecimento novo torna-se acessível e parte dos processos oficiais. Um exemplo óbvio de apredizado é o programa de treinamento formal para novos membros da organização, por exemplo, como fazer um prato ou elaborar o design de uma nova característica de um produto.
APRENDIZADO
Double and Single Loop learning
Vídeo interessante que explica claramente os "Loop's" de aprendizagem. Note a introdução de um terceiro Loop que consiste na reflexão do que nós acreditamos, pensamos, nossos valores e como estes se relacionam com o que fazemos agora. O "Triple Loop learning" nos ajuda a entender muito mais a fundo o resultado (outcome) de nossas crenças e percepções mais primordiais.Formas de absorção de conhecimento
Comunidades de prática
Geralmente elas tem início com um grupo de funcionários que possuem interesse comum em compartilhar idéias, propor soluções, discutir as melhores práticas, possuindo os mesmos objetivos e desejam, voluntariamente, através desta troca constante de informações, solidificarem este conhecimento, disponibilizando a todos. Possuem iniciativas próprias, se auto-organizam e normalmente acabam se formalizando, possuindo uma identidade e às vezes linguagem própria. São também conhecidos por COP, abreviatura de "Community of Practice". Se comunicam geralmente por correio eletrônico, mas às vezes também através de informativos, publicações ou reuniões. A própria Internet serve de apoio a estas comunidades, pois fornece vários elementos que auxiliam estas trocas como listas de discussão, troca de e-mails, fóruns, etc. O exemplo mais conhecido de comunidades de prática é a WIKIPEDIA.Finalmente através da criação e do sucesso das comunidades de prática é que o conhecimento organizacional se desenvolve, flui através das diversas unidades organizacionais. Desta forma as organizações promovem o aprendizado coletivo, a inovação organizacional e a integração entre suas unidades. home ; Wikipedia
Há três características básicas que definem um grupo como uma comunidade de prática:
- O domínio - o membro precisa ter uma identidade definida pelo interesse compartilhado. Ser membro significa um compromisso com o grupo e competências que diferem seus membros de outras pessoas.
- A comunidade- precisa proporcionar interação. Para Wenger, o aprender é um ato social. As pessoas na comunidade de prática são atores que buscam, juntas, formas de superar um problema.
- A prática - os membros de uma comunidade de prática desenvolvem um repertório de experiências, histórias e ferramentas, as quais os qualificam para enfrentar certas situações que se tornem recorrentes.
A intermediação do conhecimento entre as fronteiras que delimitam as práticas pode ser:Apredizado 1.0 X Aprendizado 2.0
Tal como o conceito de comunicação 1.0 e 2.0, pode-se usar a mesma metáfora para entender a aprendizagem. Pode-se observar e fala-se muito na mídia atualmente sobre novas formas de ensino e aprendizagem, que valorizam a troca de informações, conhecimentos e experiênias ou invés de uma comunicação de mão única no ensino na qual apenas o professor fornece conhecimento que é transferido para os alunos que, por sua vez, o aceitam pacificamente e sem contestar.
Esse modelo que foi consagrado e costumava ser cegamente seguido nas instituições de ensino é entendido como o modelo 1.0. Já as novas formas de aprendizado, nas quais há interação e trocas, correspondem à aprendizagem 2.0.
Mesmo com as inovações tecnológicas que proporcionaram maior interação e novas formas de aprendizagem, como ensino a distancia, não há garantia de que haja aprendizado 2.0. Para isso, é necessário que os alunos interajam entre si e com o professor. Nesse caso, todos são fontes de conhecimento e ensino, todos podem proporcionar novas informações, idéias e conceitos bem como absorvê-los e contestá-los. O pensamento de Jeff Thomas Cobb corrobora e explicita tal idéia: "Everyone is a learner, but everyone also has the potential to be a teacher."
A Microsoft lançou uma campanha, em Março deste ano, sobre sua visão para o mundo daqui a 10 anos que, além de sustentável, contaria com o aprendizado 2.0: crianças de diferentes nacionalidades, culturas; alunos e professores, todos interagindo.
Aprendizado e formas de gestão
Fazendo uma relação com as formas de gestão, o modelo de aprendizado 1.0 pode ser comparado aos modelos clássicos de gestão, com organizações mecânicas, rígidas, estáticas e hierarquirizadas. Em contrapartida, o aprendizado 2.0 pode-se equiparar às novas formas de gestão, com companhias orgânicas, organizadas em rede, como fluxo de comunicação de e para todas as direções.
Tendo isso em vista, não apenas formas de gestão ou aprendizado estão caminhando nesse sentido, mas diversas esferas da vida e da cultura humana. Um exemplo muito rico de aprendizado 2.0 são os museus interativos que cada vez mais surgem no mercado, com a idéia de que cultura e arte não são transmitidas unilateralmente mas sim trocadas e multifacetadas. Um deles do qual comenta-se bastante atualmente é o **Britisch Music Experience** em Londres.
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Outro museu que usa bastante a interatividade como ferramenta é o Museu da Língua Portuguesa, que fica na Estação da Luz, no Centro da Cidade de São Paulo. Além de estar numa construção linda e histórica, o Museu da Língua Portuguesa é um ótimo passeio para os interessados em História, Literatura e Línguas - não apenas o Português, mas o Museu conta com uma exposição permanente, praticamente toda interativa que explica a história das mais diversas Línguas.
Referências Bibliográficas